quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Eu sou um “sacrifício vivo”. E você?




Antes de mais nada, tenho que dizer que o cd “Sacrifício Vivo”, de Mathuz Philippe,  chamou ainda mais a minha atenção porque é um dos poucos encartes nos quais a grafia e a gramática estão praticamente corretas. Algumas vírgulas em excesso. Em outros casos, a falta delas. No mais, é um encarte com pouquíssimos erros e muito leve, visual limpo, claro. Parabéns ao Tiago Soares pela criatividade!

Vocês podem até achar que eu sou meio louca (cara, sou uma louca inteira mesmo). Porém, eu sempre avalio o encarte porque os trabalhos evangélicos ficam a desejar nesse quesito. São muitos erros que encontro por aí. Nossa, e bota erros por aí (ok. Não sou a “expert” na língua portuguesa. Mas tantos erros grosseiros não dá).

Vamos comentar o cd do Mathuz, que é de Belo Horizonte, e irmão do Cristian, uma das pessoas gracinhas que trabalham na livraria evangélica El Shaday. São dez faixas, sendo duas composições do próprio Mathuz, outras duas da irmã dele, a Bárbara Carvalho (que por sinal tem uma linda e abençoada voz), e uma ministração que, sem dúvida, foi a cereja do sorvete (ok. Eu não gosto muito de cereja no bolo. Por isso escolhi o sorvete). As músicas alternam entre dançantes e mais lentinhas (as pessoas costumam a dizer que essas são aquelas de “adoração”. Mas convenhamos: acredito que todas elas são de adoração a Deus. Minha avaliação, de uma pessoa que não entende nadica de música, não estaria correta??).

Destaques para “O caminho” (letra da Bárbara) e “Tu és meu Deus” (do Mathuz). Gente, ouvir essas e não começar a adorar, chorar, exaltar o nome do Senhor é impossível.  As outras músicas são versões de trabalhos do Hillsong. Destaque para “Tu és Deus”. Além da voz abençoada de Mathuz, ficou uma batida muito legal. Uma dica: quando ouvir essa, coloque bem no último volume e adore, adore muito a Deus! Depois me conte o que aconteceu.

Certamente é um dos poucos trabalhos que também vou ouvir todo, mas todinho mesmo. Peço permissão ao cantor (e adorador) Mathuz: posso passar as músicas para o meu celular e ficar curtindo no trajeto para o meu local de trabalho?

Bom. Vale a pena adquirir o “Sacrifício Vivo”. Aliás, vale a pena é ser um sacrifício vivo a Deus. Pode crer!